sexta-feira, janeiro 27, 2006

Entrevista com David F. Wells


Inauguramos Kerigma on line (o blog) com a tradução da entrevista de David F. Wells publicada no site da própria editora (Errdmans). A dica veio pelas mãos de Isaías Lobão Jr., de Brasília. Agradecemos a gentil revisão de Donald Price (EVN).

ENTREVISTA COM DAVID F. WELLS – autor de Above All Earthly Powers

P – O sr. inicia seu livro com a descrição dos eventos trágicos de 11 de setembro. Como o sr. analisa os ataques terroristas afetando a igreja num mundo pós-moderno?

DW = Por alguns breves momentos, nós na Igreja fomos violentamente acordados [pelo evento], o que nos fez afastarmos de nossas preocupações egoístas, da coisa privada, das nossas necessidades terapêuticas, e sermos confrontados por um ato do mal ‘direto na nossa fuça’. De fato voltamos à escola pela realidade. Foi um choque afiado e doloroso, como que descobrir, tarde demais, que se está andando descalço em cima de vidro quebrado.

Você tem que entender que a vida na Igreja é muito mais sobre mim, sobre o que considero agradável, e as minhas necessidades. A vida no mundo é muito mais sobre o que está miseravelmente errado, e às vezes tenebroso, como em 11 de setembro.

É difícil de se saber se a fé evangélica mudou de forma permanente após esse choque. Eu penso que na verdade foi um momento de revelação constrangedora. Com certeza os evangélicos, o povo da Cruz, seriam aqueles que deveriam conhecer algo sobre o Mal e a forma como Deus nos conquista através da reconciliação em Cristo. Certamente, eles deveriam ter saído à frente, para tentar explicar esse evento para uma nação confusa e desesperada.

Eu gostaria de poder afirmar que, logo após o evento, os sermões jogaram luz sobre a tragédia. Mas devo admitir que pelo que li, na maioria, não. Com raras exceções, os evangélicos em geral, como todo mundo, ficaram mudos e sem ação. Hoje nossa fé é forte no particular, mas irrelevante no público, para citar Os Guiness. E creio que foi isso que aprendemos de 11 de setembro.

P – Uma das coisas que faz da sua pesquisa sobre o crescimento do pós-modernismo como algo singular, é o seu argumento de como a imigração tem contribuído para o aumento do pós-modernismo nos Estados Unidos da América. Como o sr. vê isso acontecendo?

DW = O que eu já disse é que a imigração e o ethos da pós-modernidade do nosso tempo são duas características definidoras deste momento. No entanto a relação entre elas tem vários lados e as vezes é antagônica.

Não há duvida que a combinação da imigração e nossa mídia tornaram as tradições religiosas - que no passado eram distantes, remotas, e até mesmo exóticas, parecerem no presente mais comuns e certamente mais acessíveis. Para ilustrar com o Hinduismo, não precisamos viajar para a Índia como muitos fizeram na década de 60, a exemplo dos próprios Beatles. O que é necessário fazer, é descer a rua e encontramos hindus praticando sua religião. Tem muita gente na América que como resultado disso, está indo atrás dessas religiões e de práticas espirituais com o objetivo de aumentar suas espiritualidades pessoais. Uma das palavras ‘quentes’ do momento é, por exemplo: metroespiritualidade. É um movimento Yuppie que combina o misticismo do Oriente com fontes do Budismo e do Hinduismo, com o consumerismo do Ocidente. Respeitar o meio ambiente é comprar um carro híbrido (elétrico e a gasolina). Respeitar a si mesmo é conectar-se com sua força interior e colocar isso tudo num pacote espiritual: Açaí, meditação, bondade, e aromaterapia – tudo servido numa mesma tigela!

Esse tipo de coisa não parece mais estranha para nós, porque nos tornamos a nação religiosamente mais diversificada do mundo, com o Ocidente encontrando o Oriente no supermercado, no posto de gasolina, e todos os dias na televisão.

Ao mesmo tempo, muitos dos imigrantes que vem para América, estão trazendo com eles as suas crenças morais tradicionais e idéias acerca da família, crenças que são derivadas tanto do Protestantismo como do Catolicismo. Essas crenças estão continuamente em conflito com a maneira pós-moderna que a América pensa a respeito da família e da moralidade. Será que esses novos entrantes [na cultura] conseguirão preservar suas crenças? Ou será que se perderão num grande caldeirão pós-moderno, que ameaça derreter suas crenças?

P – Qual a diferença entre a pós-modernidade popular e a acadêmica ou intelectual?

DW = A diferença é menos no campo das idéias do que no grau de autoconsciência, e mais sobre a clareza com que são expressas.

No entanto, há um mito que precisamos enfatizar aqui. Intelectuais, gostam de pensar de si mesmos como aqueles que estabelecem as tendências na sociedade, que o que eles estão pensando é o ponto alto da realidade. O resultado é que quando os intelectuais escrevem sobre cultura – e quem mais escreve? – eles ficam inclinados a ver suas idéias e de suas próprias culturas, como sendo uma relação de causa e efeito. Eles são a causa do que é o efeito.

No período moderno, no entanto, isso raramente acontece. É a cultura, muito mais freqüente, que permite às idéias serem plausíveis, e que tornam os fatos inevitáveis. E é da cultura que as idéias ganham a fricção. E é quase sempre por causa da cultura, quando ela muda, que se perde a sua fricção. É por isso que eu creio, a ideologia do Iluminismo perdurou tanto tempo no Ocidente, e se tornou tão encarnada na cultura das elites, dos críticos de plantão, da academia, de Hollywood, e de muitos de nossos jornais. A modernização de nossa sociedade fez as idéias do Iluminismo (como o humanismo secular) se tornarem inevitáveis, verdadeiras e inquestionáveis. Quando esse tipo de andaime público e cultural começou a balançar nos anos 60, as idéias também começaram a despencar deixando um vazio nas crenças que o Iluminismo costumava preencher no nosso pensamento. Então nos tornamos pós-modernos. Para alguns, no topo da escala da intelectualidade, isso acontece de maneira convincente e racional. E para os outros na outra extremidade, acontece de maneira não tão pensada, mas mesmo assim não menos real.

P – Sua forte crítica ao estilo contemporâneo de adoração dos ‘buscadores de sensações’ [igrejas do tipo orientadas ao consumidor – ou ‘caçadores de emoções’] chega como uma surpresa para os evangélicos, que vêem essa adoração como algo necessário para se trazer as pessoas para a igreja. Quais são os maiores perigos de se aceitar acriticamente esse tipo de adoração?

DW = Você tem toda a razão de dizer que a minha crítica vai surpreender muitos evangélicos, porque eles acham que a abordagem de adoração dos ‘buscadores de sensações’ é o único jogo na praça. E é também a única coisa que eles sabem fazer. E certamente é a razão de tantas igrejas terem ficado grandes e importantes. Esses evangélicos também rejeitam a alternativa que, aos seus olhos, pareça retrocesso, obsoleta, tradicional, velha, ‘por fora’ e que fracasse em alcançar a nova geração, ficando condenada portanto ao inevitável declínio e irrelevância. Eu penso que são alternativas falsas.

Eu não dou folga para as igrejas tradicionais que mereçam fracassar, mas não tenho nenhuma esperança para esses criadores de moda da igreja – pois vão terminar de mãos vazias. O fato inevitável é que a cultura está oferecendo quase tudo que se pode encontrar nessas igrejas, só que sem toda aquelas inconveniências de se ter que ser religioso. Esse experimento em se bancar igreja, é um fracasso demonstrável. Barna – que é tanto seu arquiteto como seu historiador, tem demonstrado esse fracasso.
Semana após semana, suas pesquisas mostram que os nascidos de novos, muitos dos quais inundam as igrejas que são do tipo ‘das sensações’, são analfabetos bíblicos, vivem não diferente dos do mundo e de fato somente 9 % tem algo como uma cosmovisão (nisso ele quer dizer que tem um conjunto mínimo de crenças cristãs, que define a maneira como eles vêem a vida). Ele prediz que em cinco anos o movimento evangélico desaparecerá. Nem mesmo eu tenho ido tão longe nesse tipo de projeção! Ele também prediz que dentro de alguns anos, 50% das igrejas definharão. E as pessoas – Barna acha que isso é realmente muito bom! – seguirão a corrente cultural de ser espiritual sem ser religioso, o que quer dizer que elas vão se despir ainda mais de suas crenças de doutrina e de envolvimento no corpo da igreja local. É como escrever uma receita para suicídio!

Aqui jaz o túmulo da fé evangélica e estamos sendo levados, passo a passo, pelos pastores do tipo ‘que legal’ “das sensações’, ‘bem na moda’. Ao nos levar para lá, eles ficaram famosos, e se tornaram CEO [presidentes] de grandes empreendimentos eclesiásticos, porém o preço de sua fama e de sua fortuna é a falência da fé, não pela sua heterodoxia explícita mas pela sua prática.

O fato é que Cristo não está à venda. Sua mensagem não está aí no mercado implorando para ser consumida. E esses pastores que tanto se prostituíram vão descobrir que a fé (esta que sem dúvida eles a mantém tão querida), se perdeu por entre seus dedos. Aqui está o paradoxo que nem os primeiros liberais protestantes, nem muito dos nossos pastores evangélicos ‘das sensações’ [das igrejas orientadas ao consumidor] parecem ter entendido: O tipo de fé cristã que reconhece a verdade absoluta, clama e demanda um comprometimento que case com sua forma absoluta, indo contra todas as culturas manifestas – prospera. O tipo de fé cristã que emudece nas suas afirmações verdadeiras (só para se encaixar), e se dilui no compromisso exigido (só para ser mais bem aceita) – é desastre total.

A questão aqui não é tradicional versus contemporâneo. A questão é autêntico versus não-autêntico. É o Cristianismo histórico crente versus o remanescente com suas imitações pálidas, nas mãos desses pragmáticos.

P – Quais os lados positivos disso?

DW = Não muitos que eu possa pensar.

P – Como o sr. visualiza a igreja que está sendo fiel ao evangelho vir a ser nesse século 21?

DW = Nós cometemos um grande erro ao pensar que a única coisa que vale na vida da igreja local é a sua forma. Isto é, como ela aparenta e como ela se expressa. Será que nós temos a última tecnologia? O nosso telão está no tamanho adequado? Temos um bom refeitório? Será que temos os horários adequados para não atrapalhar o fim de semana das pessoas? Temos eliminados todas aquelas coisas que os ofende como púlpitos, cruzes, hinários, e bancos de madeiras? Temos música que seja inspiradora, contemporânea e que nos faz sentir bem? Nossos cantores são suficientemente profissionais? O estacionamento é grande para acomodar a todos? O sentimento das pessoas quando o culto termina é igual ou semelhante ao que sentem quando voltam para o hotel após terem passado o dia na Disneylândia? Esses são os mosquitos que coamos enquanto engolimos um monstruoso camelo!

E o que é isso? O camelo é o fato, que sem nos darmos conta, temos deixado embarcar idéias que são inimigas da fé bíblica. O que quero dizer com isso? No Ocidente, estamos nos aprofundando cada vez mais numa moldura pagã de pensamento e essa moldura está produzindo a nossa cultura pós-moderna e suas manifestações públicas. Para uma igreja aceitar essas premissas só para se dar bem com a sociedade, e se dar bem para daí se tornar bem sucedida – na maioria das vezes resulta num híbrido não intencional que abraça os elementos pagãos (como a maneira pela qual a corrente da cultura opera e se dispõe a ser espiritual sem ser religioso). Será que é isso que devemos fazer?

Certamente, em tudo que pensamos e agimos, da forma como vivemos e praticamos, devemos estar expressando qual deva ser a alternativa para a nossa cultura cada vez mais paganizada. A questão é menos sobre o que fazemos (Devemos usar bateria e power-point ou órgão e togas?) e mais sobre quem somos nós. Na nossa igreja, precisamos articular a cosmovisão que mantém o Deus triuno no centro, que tem a verdade como sua diretiva e sustentação, e que se expressa numa vida alegre de contracultura, onde quer que esteja o desafio moral e intelectual. O que isso significa é que nesta igreja nós nos manteremos como pecadores e nunca consumidores, recuperaremos a visão moral da vida, abandonando a visão terapêutica na qual a nossa cultura pós-moderna nos ilude.

Vamos devotar nossas vidas para o que é eternamente certo e rejeitar todas as formas de relativismo. E estaremos perguntando não o que a igreja pode fazer por nós, mas o que podemos fazer por Cristo na igreja e no mundo despedaçado. O foco da questão é substância e não estilo; é sobre quem somos como povo, que pertence a Cristo, e não tanto sobre como parece e como soa. É sobre dar as nossas costas para o superficial e o da moda, e voltarmos nossa vida para Ele que é eterno e permanente.

A situação hoje está de tal maneira, que se você realmente quer ver o que é superficial e da moda, basta ir a uma igreja evangélica de sucesso. Se você quer ver os mais habilidosos e malandros praticantes da terapia (o que Cristina Hoff Summers tinha em mente com seu livro “One Nation Under God: How the Helping Culture is Eroding Self-Reliance”), vá a uma igreja evangélica, quase qualquer uma, e você vai ver isso bem lá na frente, de maneira descarada e cínica. Como se isso fosse o que os apóstolos tinham em mente sobre o significado da fé Cristã! As coisas não deveriam ser assim.

As igrejas evangélicas deveriam ser lugares onde achamos um caminho alternativo para se compreender o nosso mundo e saber como viver nele, um lugar que seja na sua profundidade o reflexo do Deus que é incomparável. Não uma mímica desbotada da cultura. Nós precisamos achar uma compreensão de vida, que esteja numa mesma medida moral e espiritual da vida que encontramos no local de trabalho e que ouvimos no jornal da noite na TV. Hoje as igrejas evangélicas são mais para pequenos pigmeus que vivem em terra de gigantes, sempre tentando jogar o jogo deles, se achando como gigantes também. Só que não o são. Chegou a hora de parar de fingir; a realidade bate à porta.

P – Então que tipo de futuro você vê para a fé evangélica aqui na América?

DW = O fato é que o cristianismo está desaparecendo do Ocidente; só por causa disso é o suficiente para sabermos que [nosso futuro] é incerto. Que será assim, é apresentado por Phillip Jenkins de forma inquestionável em seu livro ‘The Coming Christedom’. Não só a fé cristã está brotando forte fora do Ocidente desenvolvido, mas no Ocidente está declinando - na Europa de maneira catastrófica, um pouco menos na América. A fé cristã de um tipo bíblico tem tido dificuldades de se sustentar no meio das culturas modernas e pós-modernas. Essas dificuldades, em graus variados destriparam-na da igreja.

As portas do inferno não prevalecerão contra a igreja. Isso é dado. Mas isso não quer dizer que Deus o Espírito Santo não se move para fora do Ocidente, para construir a igreja de Cristo. Na verdade, Ele está fazendo exatamente isso!

A menos que os evangélicos americanos mudem seus caminhos e se arrependam de seu mundanismo, é exatamente isso o que prevejo cada vez mais para o futuro. E vamos ver que numericamente, as igrejas evangélicas estão se tornando a sombra do que uma vez foram.

Viajo para a África todo o ano, porque sirvo na direção de uma fundação cristã que constrói orfanatos para crianças – a maioria abandonada por causa da AIDS. Fico sempre chocado com esse paradoxo, como se fosse assim como é. Aqui na América, temos tudo, mas apesar de termos tudo (Bíblias, templos, educação teológica, escolas, dinheiro, know-how), a igreja evangélica está fraca e cambaleante.

Na África, no meio da grande pobreza e doenças, analfabetismo e privação, independência crescente e de tristes alianças com as religiões tradicionais de lá, ainda assim se acha coragem, vibração, e um testemunho cristão da verdade de Deus que supera os padrões do Ocidente. Não nos esqueçamos de quem salvou a Igreja da Inglaterra de sua patética disposição de capitular frente à agenda homossexual. Foram os bispos africanos, e não aqueles da América ou da Europa! Você bem sabe que Deus não tem suas mãos amarradas, simplesmente porque nós na América temos todo o dinheiro!

4 Comments:

Blogger Lou said...

Soa como um "mea culpa", mas, tem muita verdade e indica caminhos consistentes. A escolha, para essa nova fase de Kerigma não poderia ter sido melhor. Parabéns!

sáb jan 28, 11:08:00 AM  
Anonymous Paulo Brabo said...

Ah, nada como um banco para gente sentar e discutir. Está certo, está certo. Este lugar é de alguém? Ah, tudo bem. Eu sento ali. Isso.

Esse tal de Kerigma é uma benção. É grego, né?

Bom, seu Wells, com muita coisa que o senhor diz aí não dá pra discordar não. Que os cultos "modernos" são muito mercantilistas e rasinhos, por exemplo. O senhor acertou na mosca, verdade mesmo. Mas atirando dessa distância até eu acerto.

O senhor parece achar que o cristianismo americano (vamos fazer de conta que existe uma América só) está definhando com o mercantilismo e os cultos moderninhos - e que a solução seriam mais e melhores cultos e igrejas mais consistentes e embasadas - como as da África.

Pois eu acho que nossa cabecinha está muito pequena quando insistimos em procurar uma solução eclesiástica convencional para o problema do cristianismo. Nosso modelo de igreja pode ser parte do problema e não da solução. Família ir à igreja junta com roupa de domingo é pintura de Norman Rockwell: linda mas não existe mais. Nosso modelo de igreja é coisa de América do Norte rural. Alabama, visse? Eu proponho que se fechem as portas da igreja e saíamos por aí a fazer discípulos, instaurar o reino e procurar as tais portas do inferno para resgatar os miseráveis lá de dentro. Quem sabe podemos fazer juntos uma peregrinação para essa mesma África, onde dizem existir necessidades reais com as quais nem sonhamos. Só pense, eu lhe peço, num jeito de não manter esse rebanho constantemente preso no curral. Judeus e cristãos sáo gente inquieta, errante, com formiga no corpo, que vive o tempo todo em busca de "uma terra que eu lhe mostrarei". Eu sou assim. Quero viajar. Judéia, Samaria, tal. Não me faça ficar sentado muito tempo nesse banco que me dá cãibra, olha só. Os cristãos do Novo Testamento estavam sempre juntos, está certo, mas hoje dia nada há de mais distante e impessoal do que sentar do lado da pessoa. Só se for para passar um torpedo. Hoje em dia tem o orkut, o messenger, o celular. Tantas formas de se reunir, e ainda de um lugar onde os próprios gentios podem ver como a gente vive e se relaciona - uma igreja transparente, digamos assim. Ou podemos nos encontrar todos os dias no blog um do outro, para exortação mútua e contar como foram as tribulações do dia. Podemos até combinar de nos encontrarmos na igreja três ou quatro vezes por ano, como faziam judeus sensatos como Jesus. Uma vez por ano, talvez. Pra mim basta um dia.

Como é? Esse tal de Barna já disse tudo isso? Mas que peste! E onde fica a igreja desse sujeito que eu quero congregar nela?

sáb jan 28, 01:51:00 PM  
Blogger Lissânder said...

Que entrevista interessante!

sáb jan 28, 08:26:00 PM  
Blogger Isaias Lobao said...

Olá Volney. Fico feliz por ter contribuido para seu blog. Obrigado pela referência simpática.

Estou a sua disposição. Sempre que precisar de mim, é só falar.

Atenciosamente.

qua fev 08, 09:51:00 PM  

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